Archive for dezembro \31\UTC 2008

marcos chin

dezembro 31, 2008

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O trabalho desse cara é muito legal, além da leveza do traço, achei que o uso de cores completa o que se quer transmitir, não é simplesmente uma pintura, uma coloração, é um modo de quebrar um pouco a seriedade da imagem.
Vale a pena visitar o site dele:

www.marcoschin.com

passo-a-passo em vídeo

dezembro 30, 2008

Mesmo que cada um tenha sua técnica ou mesmo seu modo de trabalhar, é sempre bom acompanharmos outros processos pra quem sabe, descobrir um jeito mais rápido ou um caminho que seja mais interessante pra melhorarmos nosso tão querido e amado trabalho rsrs (quem já teve que correr contra o relógio sabe do que estou falando!)

arte de cordel

dezembro 30, 2008

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Como já falado noutro post, a cultura do cordel é riquíssima e através da sua simplicidade, convida todos olhares a darem uma espiada no que sua mensagem tem a dizer.

No site do pessoal do Design Coletivo, encontrei alguns trabalhos de artistas que utilizam esse estilo para darem vida às suas obras, o que eu acho bacana é que sendo uma linguagem extremamente popular, ela se aplica em qualquer lugar e interage com o ambiente à sua volta, fiquei imaginando em que situações ela poderia aparecer no caso de uma intervenção urbana, brincando com os espaços, nas ruas, calçadas, muros, postes etc, etc, etc…

http://www.designcoletivo.com/

cube

dezembro 30, 2008

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Esta equipe chamada Cube, é formada por designers, ilustradores e animadores, tendo um trabalho de alto nível direcionado ao segmento de arquitetura, publicidade, jogos, indústria e por aí vai.

mensagem em cordel

dezembro 23, 2008

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A literatura de cordel é um tipo de poesia popular, originalmente oral, e depois impressa em folhetos rústicos ou outra qualidade de papel, expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome que vem lá de Portugal, que tinha a tradição de pendurar folhetos em barbantes. No Nordeste do Brasil, herdamos o nome (embora o povo chame esta manifestação de folheto), mas a tradição do barbante não perpetuou. Ou seja, o folheto brasileiro poderia ou não estar exposto em barbantes. São escritos em forma rimada e alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, o mesmo estilo de gravura usado nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.

Inspirado num natal mais brasileiro, sem neve, frio e renas, fiz para a agência onde trabalho, uma arte simulando a literatura de cordel, algo que daria um clima mais a ver com a nossa cultura.
Primeiro criei todo o texto, depois arrumei tudo para uma a composição em versos, em seguida ilustrei cada um. O resultado ficou tão bacana que virou até música, além de uma versão impressa.

Veja o cartão virtual clicando aqui

berit somme

dezembro 23, 2008

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Veja a simplicidade cativante do trabalho desse norueguês. O que me chamou a atenção foi o certo drama que as imagens passam, parece que existe uma tensão escondida nos traços, aparentemente, infantis dele.

http://www.somme.no/

ícones

dezembro 22, 2008

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Comunicação não é o que você fala, é o que os outros entendem, certo?
Isto se aplica muito bem aos ícones que vemos por aí, uns até que são bem simpáticos mas muitas vezes são indecifráveis.

Fuçando por aí achei um trabalho interessante, acho que vale a pena dar uma olhada com mais calma. Quem já precisou criar algo do tipo, sabe que não basta somente deixar a arte bonita, mas é preciso dar um entendimento claro e rápido. Pra quem curtiu, passa lá:

http://www.dirceuveiga.com.br/